Em discurso na Câmara dos Deputados, Valadares Filho (PSB), voltou a defender o projeto do Poder Executivo propondo que o Estado brasileiro reconheça sua responsabilidade pela destruição da sede da União Nacional dos Estudantes – UNE, em 1964, durante o regime militar. “Essa proposta resgata uma dívida histórica do Estado brasileiro para com o movimento estudantil e sua inegável contribuição para a formação e consolidação da democracia no País”, ressaltou. Valadares Filho fez um relato histórico da UNE, como uma das principais organizações da sociedade brasileira, fundado em 1937 e que, ao longo de seus 70 anos, marcou presença nos principais acontecimentos políticos, sociais e culturais do Brasil. Ele lembrou de algumas lutas históricas como a campanha “O Petróleo é nosso”, que resultou na criação da Petrobrás. Com o golpe militar de 1964, Valadares Filho lembrou que centenas de brasileiros foram perseguidos, presos, torturados e executados, entre eles dezenas de estudantes vinculados à entidade. “Em 1º de abril daquele ano, a sede da UNE no Rio de Janeiro, foi invadida, saqueada e queimada”, disse afirmando que é preciso resgatar imediatamente a divida histórica com a entidade que é orgulho para o país. Ressaltando que já existe um projeto arquitetônico presenteado pelo arquiteto Oscar Neimeyer para a nova sede da UNE. “Por uma questão de justiça e reconhecimento, ocupo esta tribuna, para pedir a apreciação urgente desse projeto, de forma que possamos devolver, o mais breve possível, à população brasileira, esse verdadeiro patrimônio nacional”, explicou afirmando que ingressou na carreira política na juventude do PSB e sabe a importância do movimento estudantil e por isso tem várias ações do seu mandato voltadas para a melhoria da educação e da cultura no país.
UNE tem apoio do deputado federal Valadares Filho
Em discurso na Câmara dos Deputados, Valadares Filho (PSB), voltou a defender o projeto do Poder Executivo propondo que o Estado brasileiro reconheça sua responsabilidade pela destruição da sede da União Nacional dos Estudantes – UNE, em 1964, durante o regime militar. “Essa proposta resgata uma dívida histórica do Estado brasileiro para com o movimento estudantil e sua inegável contribuição para a formação e consolidação da democracia no País”, ressaltou. Valadares Filho fez um relato histórico da UNE, como uma das principais organizações da sociedade brasileira, fundado em 1937 e que, ao longo de seus 70 anos, marcou presença nos principais acontecimentos políticos, sociais e culturais do Brasil. Ele lembrou de algumas lutas históricas como a campanha “O Petróleo é nosso”, que resultou na criação da Petrobrás. Com o golpe militar de 1964, Valadares Filho lembrou que centenas de brasileiros foram perseguidos, presos, torturados e executados, entre eles dezenas de estudantes vinculados à entidade. “Em 1º de abril daquele ano, a sede da UNE no Rio de Janeiro, foi invadida, saqueada e queimada”, disse afirmando que é preciso resgatar imediatamente a divida histórica com a entidade que é orgulho para o país. Ressaltando que já existe um projeto arquitetônico presenteado pelo arquiteto Oscar Neimeyer para a nova sede da UNE. “Por uma questão de justiça e reconhecimento, ocupo esta tribuna, para pedir a apreciação urgente desse projeto, de forma que possamos devolver, o mais breve possível, à população brasileira, esse verdadeiro patrimônio nacional”, explicou afirmando que ingressou na carreira política na juventude do PSB e sabe a importância do movimento estudantil e por isso tem várias ações do seu mandato voltadas para a melhoria da educação e da cultura no país.
Em discurso na Câmara dos Deputados, Valadares Filho (PSB), voltou a defender o projeto do Poder Executivo propondo que o Estado brasileiro reconheça sua responsabilidade pela destruição da sede da União Nacional dos Estudantes – UNE, em 1964, durante o regime militar. “Essa proposta resgata uma dívida histórica do Estado brasileiro para com o movimento estudantil e sua inegável contribuição para a formação e consolidação da democracia no País”, ressaltou.
Valadares Filho fez um relato histórico da UNE, como uma das principais organizações da sociedade brasileira, fundado em 1937 e que, ao longo de seus 70 anos, marcou presença nos principais acontecimentos políticos, sociais e culturais do Brasil. Ele lembrou de algumas lutas históricas como a campanha “O Petróleo é nosso”, que resultou na criação da Petrobrás. Com o golpe militar de 1964, Valadares Filho lembrou que centenas de brasileiros foram perseguidos, presos, torturados e executados, entre eles dezenas de estudantes vinculados à entidade.
“Em 1º de abril daquele ano, a sede da UNE no Rio de Janeiro, foi invadida, saqueada e queimada”, disse afirmando que é preciso resgatar imediatamente a divida histórica com a entidade que é orgulho para o país. Ressaltando que já existe um projeto arquitetônico presenteado pelo arquiteto Oscar Neimeyer para a nova sede da UNE. “Por uma questão de justiça e reconhecimento, ocupo esta tribuna, para pedir a apreciação urgente desse projeto, de forma que possamos devolver, o mais breve possível, à população brasileira, esse verdadeiro patrimônio nacional”, explicou afirmando que ingressou na carreira política na juventude do PSB e sabe a importância do movimento estudantil e por isso tem várias ações do seu mandato voltadas para a melhoria da educação e da cultura no país.